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"Pantanal" alavanca audiência do SBT

Olá internautas,
A “arma secreta” elevou os índices de audiência do SBT. A novela “Pantanal” é a atração mais vista da emissora de segunda a sábado em pleno horário nobre. A reprise da história de Joventino (Marcos Winter), José Leôncio (Claudio Marzo) e Juma Marruá (Cristiana Oliveira) alcança constantemente a vice-liderança e até mesmo a liderança. Recentemente, o fenômeno de 1990 bateu a TV Globo, mais uma vez.
“Pantanal” é uma obra-prima da teledramaturgia nacional. Nesta novela, Benedito comprovou que vivia sua melhor fase em folhetins. Depois, escreveu a também convincente “Renascer”, em 1993, pela TV Globo (mesmo em nível inferior a Pantanal). O declínio do autor começou já em “O Rei do Gado”, passou por “Terra Nostra” e culminou na pior “novela das oito” da década, “Esperança”. O estado físico e de saúde do autor foram responsáveis pelo fenômeno.
“Pantanal” fortalece a sua imagem de excelente dramaturgo. Mesmo assim, o autor vai à Justiça para reclamar seus direitos. Reclama, via imprensa, da reprise pelo SBT. Triste. A emissora de Silvio Santos fez um favor a Benedito. Caso a TV Globo resolvesse produzir um “remake”, seria um tremendo fracasso. A novela “Pantanal” é única. Jamais, nenhuma atriz alcançaria o desempenho de Cristiana Oliveira no papel de Juma Marruá, por exemplo. O clássico sempre deve ser valorizado. O discurso do diretor Jayme Monjardim é o correto. Ele valoriza o seu “primeiro filho” nas entrevistas publicadas pela imprensa.
Muitos atribuem a boa audiência da trama às cenas de nudez e sensualidade. Balela. Benedito soube construir, com maestria, todas as personagens e as histórias principais e paralelas. Por outro lado, Jayme mostrou o seu talento na direção da trama da TV Manchete. Bela fotografia. Belas imagens. As cenas de nu encaixam perfeitamente na história e não surgem de forma gratuita.
“Pantanal” é a melhor novela brasileira desde 1990. A reprise só reforça a percepção do atual fraco momento da teledramaturgia nacional.
FABIOTV
Escrito por Fabio TV às 10h03
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Record comemora crescimento de audiência do jornalismo

Olá internautas,
Na última quinta-feira (10/07), a Rede Record comemorou o crescimento nos índices de audiência dos programas jornalísticos da emissora. O “Jornal da Record” entrou no clima. Nos momentos finais do noticiário, entrou uma matéria especial apresentada por Paulo Henrique Amorim que destacou a queda da “concorrente” (TV Globo) e o avanço da Record no jornalismo. Gráficos, números e muitos décimos apareceram na análise pró-Record.
Em seguida, os apresentadores Adriana Araújo e Celso Freitas reforçaram a idéia da mudança do hábito do brasileiro. Cenas da festa no Espaço Rosa Rosarum, em São Paulo, culminaram no êxtase da comemoração. O mais inusitado é que exatamente no dia da comemoração o “Jornal da Record” oscilou para baixo nos índices de audiência. Nesta semana, o telejornal já tinha alcançado 16 pontos de média. Na quinta conseguiu 12 pontos de média. Portanto, o “auê” criado não elevou o Ibope da emissora da Barra Funda.
É evidente o crescimento da Record na fase pós 2004. O departamento de jornalismo ganhou força, especialmente, na cobertura de grandes acontecimentos, como os casos “cratera do metrô” e desastres aéreos da Gol e Tam. Por outro lado, o lado sensacionalista também apareceu nos jornalísticos. A morte de Isabella Nardoni é um exemplo desta linha. Além destes casos, os jornalistas da Record produziram reportagens interessantes, principalmente, no “Domingo Espetacular”.
Em contrapartida, a influência da Igreja Universal do Reino de Deus nos noticiários é algo preocupante. O senador Marcelo Crivella (PRB/RJ) ganha destaque nos noticiários. Além disso, o “Domingo Espetacular” já produziu reportagens especiais sobre o líder Edir Macedo e o crescimento da IURD.
A guerra Globo e Record ganhou mais um capítulo neste importante momento da TV brasileira.
FABIOTV
Escrito por Fabio TV às 21h21
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"Armas secretas" aparecem na estréia de "Chamas da Vida"

Olá internautas,
Nesta terça-feira (08/07), a Rede Record estreou “Chamas da Vida”. A novela escrita por Cristianne Fridman e dirigida por Edgard Miranda alcançou consideráveis 19 pontos de média nos primeiro e segundo capítulos.
Nos primeiros momentos da trama, surgiram atores que sempre aparecem nas telenovelas da casa. Leonardo Brício, Amandha Lee, Ewerton de Castro e Bruno Ferrari são alguns exemplos que demonstram as limitações no elenco de atores e atrizes da Record. Para criar um clima de novidade, a emissora do Bispo resolveu apostar no recém contratado Dado Dolabella que interpreta Antonio Galvão.
Dado destoou do restante do elenco logo nos primeiros capítulos. Ele demonstrou falta de naturalidade no papel teoricamente fácil de bad boy, característica atribuída a ele na vida real por muitas revistas e jornais. A Record já caiu nesta armadilha em “Bicho do Mato”. Marcos Mion viveu um personagem que praticamente remetia a muitas características da imagem do apresentador da MTV na mídia.
Mesmo com suas limitações, Dado encara um papel chave na novela. Ele protagonizou cenas sensuais logo na estréia da novela. A linha “sem camisa” já apareceu na tela. Aqui cai bem uma declaração do experiente ator Ítalo Rossi ao jornal O Estado de S. Paulo: “Hoje o ator se prepara em academia, faz esgrima, fica lá com halteres. Antes, você tinha o texto. Era ali que ia caçar o interno do personagem”.
No primeiro capítulo, nada de fogo ou incêndio. A Record explorou, mais uma vez, suas “armas secretas”. Perseguição policial, tiroteio, ritmo acelerado nas imagens. Em alguns instantes, “Chamas da Vida” mais parecia uma continuação de qualquer novela da Record. Desta vez, uma certa dose de “sensualidade” apareceu sem necessidade e sem o menor contexto com o folhetim.
“Chamas da Vida” possui uma idéia interessante ao valorizar os bombeiros. O slogan “todos nós precisamos de heróis” cai bem no folhetim. A novela pode trilhar o caminho do sucesso se apostar em um bom texto e boas atuações do elenco.
FABIOTV
Escrito por Fabio TV às 20h37
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"15 minutos" renova programação da MTV

Olá internautas,
Grande parte dos adolescentes e jovens da geração do século XXI, cada vez mais, abandonam a TV e partem para o mundo virtual na rede de computadores. Internet, MSN, orkut, salas de bate-papo e atualmente o Youtube conquistam atenção de muitos rapazes e “moçoilas”. Muitos assistem TV pelo computador. A sessão “túnel do tempo” ganha adeptos. Muitas imagens de produções das décadas de 80 e 90, que são jogadas no mundo cibernético, chamam a atenção da “garotada”. Agora, as próprias emissoras disponibilizam vídeos dos principais programas na internet.
Lá no início da década de 90, a MTV surgiu no Brasil como uma TV para jovens. A nova emissora seria uma porta-voz da juventude com uma programação basicamente musical. Videoclipes davam o tom. A tecnologia avançou. Agora, a indústria fonográfica vive um novo momento. Muitos “baixam” suas músicas preferidas aqui mesmo na internet. De certa forma, os videoclipes estão fora de moda. Atrelado a isto, surgiu o novo comportamento do jovem que atingiu em cheio a proposta da MTV.
Assim, a emissora agora aposta no "15 Minutos", apresentado pelo jornalista e ator Marcelo Adnet. Ele conta com o parceiro Kiabbo (Felipe Ricotta), um jovem que utiliza máscara para não ser reconhecido (ou seja, um anti-robert). A proposta do "15 Minutos" se encaixa neste novo momento social. O computador é uma ferramenta indispensável que integra o cenário do programa. Marcelo lê e-mails e busca informações pelo mundo virtual. Além disso, o “15 Minutos” também tem seu blog e várias comunidades pelo orkut. Até mesmo a breve duração do programa entra nesta proposta. Tudo é breve. Tudo é para agora.
O tom humorístico predomina na atração. O jovem apresentador trouxe seu sotaque carioca ao canal tipicamente paulistano. O “ar de improviso” garante naturalidade ao show. Muitas imitações de personalidades já apareceram no “15 Minutos”. A irreverência de Marcelo é garantia de bons momentos para o programa. Agora, o carioca é a nova sensação dos telespectadores da MTV que agora vive uma reformulação em sua proposta de programação.
FABIOTV
Escrito por Fabio TV às 20h25
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"A'uwe" destaca cultura indígena na TV Cultura

Olá internautas,
A TV Cultura estreou recentemente "A'uwe", programa apresentado pelo ator Marcos Palmeira que destaca a cultura indígena. Marcos, que atualmente está na reprise de "Pantanal" no SBT, anuncia, no início, o nome e um breve resumo do documentário que integra a atração.
A emissora da Fundação Padre Anchieta acerta com "A'uwe". Dificilmente uma TV comercial exibiria, semanalmente, documentários sobre indíos que sobrevivem no Brasil do século XXI. Esta é a função de uma TV pública, dar espaço aos excluídos na mídia.
No livros escolares, por exemplo, omite o verdadeiro genocídio indígena que ocorreu durante a colonização portuguesa no Brasil. Além diso, a história dos povos que aqui viviam, antes do "descobrimento", é alijada dos estudos dos 1º e 2 º graus.
Por isso mesmo, destacar esse importante povo, que contribuiu decisivamente para a formação da sociedade brasileira, é fundamental para a melhor compreensão do nosso País. "A'uwe" vai ao ar aos domingos, a partir das 18 horas.
FABIOTV
Escrito por Fabio TV às 22h47
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Comunicadores encontram-se em extinção na TV brasileira

Olá internautas,
Ao longo da história da TV brasileira, diversos comunicadores entreteram os telespectadores. J. Silvestre, Flávio Cavalcanti, Chacrinha e Bolinha são alguns exemplos desta escola que conta atualmente somente com dois representantes legítimos, Silvio Santos e Raul Gil.
Recentemente, o “Quem Não Viu, Vai Ver”, do SBT, ressuscitou imagens de arquivo de J. Silvestre que o mostrou no comando de algumas atrações da casa. Já o “TV Fama” mostrou cenas do eterno Bolinha à frente do seu programa na TV Bandeirantes. Eles ainda continuam no imaginário do público.
Silvio Santos e Raul Gil são os últimos remanescentes. Eles comandam atualmente atrações com longa duração. Na realidade, SS e Raul Gil são as principais estrelas dos programas. Silvio Santos, no último domingo (29/06), ficou no ar por mais de seis horas.
A nova safra de apresentadores mostra um novo caminho que enveredou a TV brasileira. O mais importante agora é o formato das atrações. Luciano Huck, Rodrigo Faro e Marcio Garcia simplesmente conduzem o show. Coadjuvantes. O “O Melhor do Brasil”, por exemplo, poderia ser comandado por qualquer um dos três. Isso ficou mais evidente com a troca de Marcio por Faro. Os índices de audiência se mantiveram no mesmo patamar. A substituição entre os dois apresentadores-atores com perfis diferentes não provou fuga de telespectadores. Já o “Caldeirão do Huck” possui o sobrenome do contratado da TV Globo, mas poderia perfeitamente se transformar em “Caldeirão do Garcia”, por exemplo.
Enquanto isso, os comunicadores da linha popular Carlos Massa, o Ratinho, e Gilberto Barros são menosprezados por suas emissoras. Sinais dos tempos midiáticos.
FABIOTV
PS: ainda estou com dificuldade de acesso a internet. Efeito apagão Telefônica.
Escrito por Fabio TV às 16h31
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Novas séries brasileiras da TV Globo conquistam baixa repercussão

Olá internautas,
No final do ano passado, a TV Globo exibiu episódios pilotos de algumas atrações que vingaram no primeiro semestre de 2008. “Dicas de um Sedutor”, “Casos e Acasos” e “Faça Sua História” apareceram na grade fixa de programação da emissora carioca para surpresa de muitos. Os três produtos, já na fase de experiência, não demonstraram fôlego suficiente para chamar a atenção do telespectador.
Mesmo assim, a TV Globo apostou nas séries. Como já era amplamente esperado, os três programas não alcançam expressiva repercussão entre o público. Na última sexta-feira (27/06), foi ao ar o último episódio de “Dicas de Um Sedutor” que pouco seduziu os telespectadores. Lá estava, mais uma vez, Luiz Fernando Guimarães. O ator passa a imagem de interpretar sempre o mesmo personagem, mesmo em diferentes sitcoms. Exatamente nesta faixa horária, o “Câmera Record” abocanhou importante fatia de telespectadores “migrantes”.
Agora, a emissora platinada resolve apostar no melhor produto do período de experiências do final de 2007, a série “Guerra e Paz”. Apesar disso, o perfil da série protagonizada por Marcos Pasquim e Danielle Winits não combina com a faixa horária das 23 horas de uma sexta-feira.
Enquanto isso, “Casos e Acasos” continua na grade de programação. O programa não provoca fidelidade entre os telespectadores. A cada quinta-feira, são retratadas histórias com começo, meio e fim, sempre com atores diferentes. Apesar disso, o elenco é recheado de profissionais com imagem desgastada no vídeo. Por que não lançar novos talentos?
Já “Faça Sua História” mostra o bom desempenho do ator Vladimir Brichta. Ele agora escapa da imagem de ator sem camisa que o marcou em algumas novelas da casa, mesmo sendo uma das “preciosidades” da nova geração. Ele interpreta o simpático taxista Oswaldir. A série fica nisso.
A TV Globo poderia apostar em séries com perfil mais dramático, como a interessante norte-americana “Família Soprano”. As séries devem criar uma relação de fidelidade com o telespectador. A boa construção das personagens é fundamental para o sucesso das séries brasileiras, como são percebidos em “A Grande Família” e “Toma Lá, Dá Cá”, ambas da TV Globo. Por essas e por outras, a emissora da Família Marinho sofre uma considerável oscilação negativa nos índices de audiência.
FABIOTV
Escrito por Fabio TV às 12h14
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